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Médico Dinamarquês Desmascara Indústria Farmacêutica

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O médico dinamarquês Peter Gotzsche, 67 anos, não é homem de meias palavras. Ele compara a indústria farmacêutica ao crime organizado e considera-a uma ameaça à prática da medicina segura.

Peter Gotzsche livro
A indústria farmacêutica age como crime organizado, diz pesquisador.

Isto é um fato, não é uma acusação. Ela [a indústria] sabe que determinada acção é errada, criminosa, mas continua fazendo de novo e de novo. É o que a máfia faz. Esses crimes envolvem práticas como forjar evidências e fraudes”, diz.

Professor na Universidade de Copenhague e um dos que ajudaram a fundar a Cochrane (rede de cientistas que investigam a efetividade de tratamentos), acaba de lançar o livro “Medicamentos Mortais e Crime Organizado – Como a indústria farmacêutica corrompeu a assistência médica” (Bookman Editora). Recém traduzida para português, a obra tem causado alvoroço no meio médico.

Gotzsche reconhece os êxitos da indústria no desenvolvimento de drogas para tratar infecções, alguns tipos de cancro, doenças cardíacas, diabetes, mas expõe no livro dados que demonstram falhas na regulação de medicamentos e os riscos que muitos deles causam à saúde.
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Rockefeller e a Máfia da Indústria Farmacêutica

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Ao longo do século XX, a indústria farmacêutica vem se desenvolvendo e se organizando com o objetivo de controlar os sistemas de saúde ao redor do globo, substituindo sistematicamente terapias naturais não patenteáveis, por ‘tratamentos’ sintéticos patenteáveis e, portanto, bem rentável. Esta indústria não evoluiu naturalmente, pelo contrário, foi uma decisão tomada por um grupo de empresários abastados e sem qualquer tipo de escrúpulos e que queriam fazer um investimento. Esse grupo deliberadamente identificara o corpo humano como suas áreas de mercado, a fim de gerar mais riqueza.

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A força motriz desta indústria de investimentos foi o Grupo Rockefeller, que já controlava mais de 90% da indústria petroquímica nos Estados Unidos na virada do século XIX para o século XX, e estava à procura de novas oportunidades de investimentos a nível internacional. Outro grupo de investimentos ativo neste setor foi formada em torno do grupo financeiro Rothschild.

Depois da Standard Oil, de Rockefeller (agora Exxon), o segundo grupo das maiores empresas do mundo, da área farmacêutica e petroquímica na primeira metade do século XX, foi o grupo IG Farben com sede na Alemanha. Na verdade, a Segunda Guerra Mundial foi uma guerra de agressão preparada, iniciada e conduzida a partir dos quadros de planejamento da IG Farben. Esta foi a ‘empresa mãe’ de Auschwitz, e da maior organização do ramo químico-industrial  fora da Alemanha.
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