Manipulação

Filme: Eles Vivem / They Live (1988)

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Eles vivem! Sem dúvida nenhuma eles vivem, talvez hoje mais fortes que nunca!

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“Eles Vivem” (They Live) é um filme B de 1988 dirigido por John Carpenter e adaptado de um conto chamado “Eight O’ Clock in the morning” de Ray Nelson. O filme mistura conceitos sociais com ficção científica de maneira totalmente surpreendente. É o tipo de filme que você não da muito credito até assisti-lo.

Um roteiro que trabalha com o conceito de alienação evidenciado principalmente porque os alienadores são realmente alienígenas entre nós. Seu propósito é apropriar-se de nossa força de trabalho, mas como todo sistema alienador – deve-se ter uma ideologia de massa, algo para controlar a mente humana e nos manter em estado de distração para com a realidade. Essa ideologia, assim como em nosso mundo, é disseminada por propagandas no rádio, internet, televisão, jornais, revistas. outdoor, etc…
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Liberte-se da Sociedade

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“…a terceira coisa que o monge diz é para lembrar de não ser enganado pelos outros. Os outros o estão enganando continuamente. Não apenas você está se enganando, os outros também estão enganando você. Como os outros o estão enganando? Toda a sociedade, a cultura, a civilização, é uma conspiração coletiva. É por essa razão que nenhuma sociedade permite pessoas rebeldes; toda sociedade requer obediência, conformidade. Nenhuma sociedade permite pensamentos rebeldes. Por que? Pensamentos rebeldes fazem as pessoas conscientes de que a coisa toda é só um jogo, e quando as pessoas ficam cientes de que a coisa toda é um jogo, elas tornam-se perigosas, elas começam a ir além da sociedade.

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A sociedade existe como um estado hipnótico e a multidão é um fator hipnotizante. Você nasce, mas quando você nasce, você não é um nem um hindu nem um cristão, porque a consciência não pode pertencer a nenhuma seita. A consciência pertence ao todo, não pode ser sectária. Uma criança simplesmente é, inocente de todo este absurdo de hindus, budistas, cristãos… Uma criança é um puro espelho. Mas imediatamente a sociedade começa a trabalhar na criança – um molde lhe deve ser dado. Uma criança nasce com liberdade, mas imediatamente a sociedade começa a matar sua liberdade. Tem de se lhe dar um molde, um padrão.

Se você nasce numa família hindu, seus pais começarão a lhe ensinar que você é um hindu. Ora, eles estão criando um estado hipnótico. Ninguém é um hindu – mas essa criança é inocente, ele pode ser enganada. Essa criança é simples. Ela acreditará nos pais, que ela é um hindu – não apenas um hindu, mas um brahmin; não apenas um brahmin, mas um brahmin deshatha.

Seitas dentro de seitas, exatamente como caixas chinesas – caixas dentro de caixas. E quanto mais a criança vai sendo estreitada, mas ela vai se tornando um prisioneiro. A caixa vai ficando cada vez menor. A criança era como um céu, quando ela nasceu. Então ela se tornou um hindu – uma caixa menor; então se tornou um brahmin – uma caixa um pouco menor; então se tornou um deshastha – uma caixa ainda menor.
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Muito Além do Cidadão Kane (Beyond Citizen Kane) HQ

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O documentário “Muito Além do Cidadão Kane”, de 1993, é uma daquelas obras com a rara capacidade de ficar mais atuais à medida que o tempo passa — um, por sua qualidade, dois, pela falta completa de algo parecido.

Conta a história de Roberto Marinho e da Globo. Nos 50 anos do golpe, ajuda a compreender uma relação umbilical e uma, digamos, retroalimentação em que uma das partes teve fim — a ditadura — e a outra seguiu firme e forte.

(“CURIOSAMENTE” este vídeo foi retirado do YouTube – Coloquei novamente o vídeo no final da postagem – 26/09/16)

Beyond Citizen Kane” foi produzido pelo Canal 4 britânico e dirigido por Simon Hartog, cineasta independente que começou a carreira nos anos 60. Hartog morreu quando o filme estava sendo editado. Não pôde ver seu impacto.

Foi exibido na Inglaterra. A Globo tentou comprar os direitos para se livrar dele, mas Hartog já havia se precavido contra isso numa cláusula. Em seguida, entrou na Justiça para proibir sua exibição no MAM do Rio em março de 1994 — e ganhou, naturalmente. Os pôsteres foram recolhidos pela polícia.
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Colunista do ‘The New York Times’ Critica Rede Globo

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A jornalista brasileira Vanessa Barbara apresentou uma dura crítica à Rede Globo em sua coluna no The New York Times.

No artigo traduzido e veiculado no Brasil pelo UOL, a também colunista do Estadão e editora do site literário “A Hortaliça”, analisou um dia de programações da emissora e descreveu o ato de assistir ao canal como “se acostumar a chavões e fórmulas cansadas”.
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As críticas vão dos telejornais aos talk shows e novelas.

Veja o texto na íntegra:

No ano passado, a revista “The Economist” publicou um artigo sobre a Rede Globo, a maior emissora do Brasil. Ela relatou que “91 milhões de pessoas, pouco menos da metade da população, a assistem todo dia: o tipo de audiência que, nos Estados Unidos, só se tem uma vez por ano, e apenas para a emissora detentora dos direitos naquele ano de transmitir a partida do Super Bowl, a final do futebol americano”.

Esse número pode parecer exagerado, mas basta andar por uma quadra para que pareça conservador. Em todo lugar aonde vou há um televisor ligado, geralmente na Globo, e todo mundo a está assistindo hipnoticamente.

Sem causar surpresa, um estudo de 2011 apoiado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou que o percentual de lares com um aparelho de televisão em 2011 (96,9) era maior do que o percentual de lares com um refrigerador (95,8) e que 64% tinham mais de um televisor. Outros pesquisadores relataram que os brasileiros assistem em média quatro horas e 31 minutos de TV por dia útil, e quatro horas e 14 minutos nos fins de semana; 73% assistem TV todo dia e apenas 4% nunca assistem televisão regularmente (eu sou uma destes últimos).
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As Regras da Desinformação: Vinte e Cinco Maneiras de Suprimir a Verdade

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Construído em cima das “Treze Técnicas para Suprimir a Verdade” de David Martin, a lista que se segue pode ser útil para o iniciado no mundo de verdades veladas e meias verdades, mentiras e supressão da verdade, que acontecem quando crimes graves são discutidos em fóruns públicos. Isto, infelizmente, inclui todos os meios de comunicação de hoje em dia, que são as maiores fontes de desinformação.

Propaganda-Truth-made-up-of-liesSempre que o crime envolver uma conspiração, ou uma conspiração para encobrir um crime, haverá invariavelmente uma campanha de desinformação lançada contra aqueles que procuram descobrir e expor a verdade e/ou conspiração. Existem táticas específicas que artistas da desinformação tendem a aplicar, as quais apresentarei em seguida.

Os artistas da desinformação e aqueles que os controlam (aqueles que irão sofrer se o crime for resolvido) devem procurar evitar um exame completo e racional de qualquer cadeia de provas que fosse incriminá-los. Uma vez que fatos e verdades raramente caem por conta própria, eles devem ser superados com mentiras e enganos. Aqueles que são profissionais na arte da mentira e do engano, como a comunidade de inteligência, as autoridades governamentais e obviamente a mídia corporativa, tendem a aplicar neste processo ferramentas razoavelmente bem definidas e observadas. No entanto, o público em geral não é bem armado contra essas armas, e é muitas vezes facilmente enganado por essas táticas.
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AS DEZ ESTRATÉGIAS PARA A MANIPULAÇÃO E O CONTROLE DA OPINIÃO PÚBLICA

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O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou uma lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia.

“A população geral não sabe o que está a acontecendo, e eles nem sequer sabem que não sabem”
— Noam Chomsky

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1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO:
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais” (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’).
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