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Mídia Corporativa: Seu Verdadeiro Objetivo é Suprimir e Destruir o Conhecimento Humano

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O verdadeiro objetivo da mídia corporativa é suprimir o conhecimento humano e evitar um despertar em massa da humanidade.

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A mídia corporativa não se trata de informar, elevar ou educar a humanidade. Não se trata de conectá-lo a eventos importantes do mundo ou de trazer uma análise perspicaz sobre finanças, medicina, tecnologia, política, ciência ou meio ambiente.

Em vez disso, a mídia corporativa é toda sobre distrair você das coisas que importam, enquanto doutrinam você com falsidades que não têm base na realidade factual. A agenda sinistra por trás de tudo isso é manter a humanidade emburrecida, cientificamente analfabeta, e cognitivamente redirecionada longe de tudo o que poderia levar a um maior despertar ou liberdade de pensar.
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WhatsApp: A Batalha pela Criptografia no Brasil

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As plataformas de mensagens do Facebook e WhatsApp são líderes no mercado brasileiro de mensagens móveis, ultrapassando os 100 milhões de usuários. Os brasileiros há muito deixaram de usar o SMS como meio de comunicação diária. A forte presença do WhatsApp é favorecida por algumas empresas de telecomunicações que fornecem o serviço “gratuito” no modelo de classificação zero, no qual o aplicativo não usa os dados de uma pessoa.

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Assim, as múltiplas proibições recentes dos serviços da WhatsApp, ordenadas por magistrados brasileiros, inflamaram uma ampla discussão. Atualmente, a plataforma recebeu ordens para suspender seus serviços quatro vezes, com autoridades policiais argumentando que a empresa não divulgou dados de usuários de aplicação da lei que foram considerados fundamentais para investigações criminais. A questão escalou recentemente com o WhatsApp adotando criptografia de ponta a ponta por padrão para todos os seus usuários, o que significa que, teoricamente, a empresa não manterá nenhum dado de conteúdo do usuário.

Ao longo de 2016, várias ordens judiciais exigiram o bloqueio temporário do WhatsApp devido a disputas por acesso a dados criptografados, no entanto, a Lei Brasileira não proíbe nem bane a criptografia. A mais recente dessas ordens judiciais ocorreu em outubro de 2016. A terceira ordem ocorreu em julho de 2016 e a plataforma foi posteriormente proibida no país por horas. Ao contrário dos casos anteriores em que um magistrado exigia que a empresa produzisse os IDs dos usuários e o conteúdo das conversas, nesse caso o magistrado perguntou ao WhatsApp para desativar sua criptografia e permitir o monitoramento em tempo real das conversas. O caso em questão era uma investigação sobre organizações criminosas.
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Anonymous: A Eliminação de George Soros Começou

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O golpe ocidental liderado que derrubou o governo democraticamente eleito da Ucrânia também foi influenciado por George Soros. O desprezo que Soros tem pela Rússia e Putin é bem conhecido, mas impedir Putin de ter controle do fluxo de gás natural na Europa através da Ucrânia foi o fator determinante.

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Curiosamente, após o golpe, o filho do vice-presidente Joe Biden investiu e se sentou no conselho de uma companhia de gás natural no leste da Ucrânia. Os Biden são representativos do establishment americano e servem os interesses de George Soros. É assim que funciona. O establishment usam os seus próprios para se infiltrar e assumir negócios e indústria de nações do interior. O outro filho de Biden, posteriormente, morreu de câncer no cérebro.
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Agências de Inteligência: Obama Compartilhou o Acesso aos Dados Espionados Pela NSA

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Atualmente, todas as 16 agências dos EUA podem acessar os dados sobre as comunicações pessoais coletadas pela NSA.

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Nos últimos dias de seu governo, o presidente dos EUA, Barack Obama, permitiu que a Agência de Segurança Nacional (NSA), cujas práticas de espionagem massiva foi revelada pelo ex-funcionário da Inteligência, Edward Snowden, compartilhasse a informação da Inteligência que coleta a nível global, incluindo as comunicações pessoais, com outras 16 entidades de Inteligência do país.
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Estamos Viciados Em Nossas Ilusões?

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Se a vida de um ser humano é uma coleção de memórias, podemos enganar a nós mesmos fingindo algo que nunca aconteceu? Podemos aliviar do peso do passado através do nosso sentimento de nostalgia? Estas são as principais questões levantadas no curta “The Nostalgist” (2014) de Giacomo Cimini baseado no bestseller “Robopocalypse” do engenheiro de robótica e escritor Daniel H. Wilson. Combinando imersões em realidade virtual e realidade aumentada, o curta mostra pai e filho vivendo uma realidade idílica que, aos poucos, demonstra ser apenas uma fina interface sobre um mundo distópico. Assim como os protagonistas do filme, por meio da tecnologia estaríamos também criando falsas memórias de nós mesmos? Estamos também viciados em nossas próprias ilusões?

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O curta aproxima-se bastante do universo de Philip K. Dick, principalmente do conto de 1968 Do Androids Dream of Eletric Sheep? que foi a inspiração do filme Blade Runner de Ridley Scott em 1982 – androides replicantes de uma geração superior, os Nexus, tão parecidos com humanos que colecionavam fotos como fossem lembranças das suas infâncias. Na verdade memórias artificiais inseridas pelos seus fabricantes para simular o psiquismo.

Em The Nostalgist acompanhamos um pai e um filho que vivem em uma espécie de passado idílico: prédios e ambiência com um mix de era vitoriana com art noveau francesa do final do século XIX. Mas de repente percebemos que essa realidade não é assim tão consistente: o pai nota que há algo errado com seus óculos ao ver a si mesmo em um espelho – ocorrem lapsos de imagem onde vê a si mesmo como uma outra pessoa, em outra realidade escura e bem diferente dos tons pastéis em que parece viver.
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EFF: Jogos de Palavras

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O governo dos Estados Unidos, com o apoio de grandes operadoras de telecomunicações, incluindo a AT&T, se envolveu numa gigantesca vigilância ilegal nas comunicações internas e registros de comunicações de milhões de americanos comuns desde pelo menos 2001. Uma vez que esta foi relatada pela primeira vez pela imprensa e descoberta pelo o público no final de 2005, a EFF tem estado na vanguarda e se esforçando para se preparar e trazer programas contra a vigilância do governo de dentro da lei, e dentro da Constituição.

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História da NSA espionando a informação desde 2005 (ver cronograma completo dos eventos do EFF aqui)

As notícias de dezembro de 2005 revelaram pela primeira vez que a Agência de Segurança Nacional (NSA) interceptou telefonemas dos americanos e também as comunicações via Internet. Esses relatórios de notícias, combinados com uma matéria do USA Today, em Maio de 2006 e as declarações de vários membros do Congresso, revelaram que a NSA também está recebendo cópias ‘em atacado’ de registros telefônicos e outras
comunicações de americanos. Todas estas atividades de vigilância estão em violação das Garantias de Privacidade estabelecidos pelo Congresso e da Constituição dos EUA.

No início de 2006, EFF recebeu as evidências de um denunciante (.pdf) ,ex-técnico de AT&T Mark Klein, apresentando que a AT&T está cooperando com a vigilância ilegal. Os documentos são incontestáveis e mostram que a AT&T tem instalado um divisor de fibra ópticas em suas instalações, na rua Folsom 611 – San Francisco/CA, que faz cópias de todos os e-mails de navegação na web e outros tráfegos de Internet para clientes da AT&T e fornecem essas cópias para a NSA. Estas cópias incluem as atividades de Internet nacionais e internacionais de clientes da AT&T.
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Princípios Internacionais sobre a Aplicação Dos Direitos Humanos na Vigilância Das Comunicações

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Enquanto as tecnologias que facilitam a vigilância estatal das comunicações têm avançado, os Estados não têm cumprido seu dever de assegurar que leis, regulamentos, atividades, poderes e autoridades relacionados à Vigilância das Comunicações cumpram os padrões e leis de direitos humanos internacionais. Este documento tenta esclarecer como a lei internacional dos direitos humanos se aplica no atual ambiente digital, especialmente tendo em conta o aumento e as alterações técnicas e tecnológicas da Vigilância das Comunicações. Estes princípios podem oferecer a grupos da sociedade civil, empresas, Estados e a outros atores um instrumento para avaliar se as leis e práticas atuais ou propostas sobre monitoramento são consistentes ou não com os direitos humanos.

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Estes princípios são o resultado de uma consulta global com grupos da sociedade civil, da indústria e especialistas internacionais em questões jurídicas, políticas e tecnológicas relacionadas à Vigilância das Comunicações.

PREÂMBULO

A privacidade é um direito humano fundamental para a manutenção de sociedades abertas e democráticas. É essencial à dignidade humana e reforça outros direitos, tais como a liberdade de expressão e de informação e a liberdade de associação, sendo reconhecida pela lei internacional dos direitos humanos.1 A Vigilância das Comunicações interfere no direito à privacidade, dentre vários outros direitos humanos. Como resultado, pode ser justificada apenas quando determinada pela lei, necessária para atingir um fim legítimo e proporcional ao fim almejado.2
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