Instituto Tavistock

Controle Mental: Ratos Zumbi São Controlados Por Cientistas

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Acenda uma luz, e o rato vai à caça, como um zumbi atrás de qualquer presa em seu caminho. Acenda outra, e ele dá o golpe mortal com seus dentes. Esse rato não vai à caça por estar com fome, os cientistas estão controlando ele.

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Esses cientistas estão estudando como o cérebro de vertebrados controla o comportamento de caça, algo que não é bem compreendido. Eles levantaram a hipótese que uma parte, o núcleo central da amígdala, tem um papel fundamental. Enquanto ratos onívoros geralmente optam por plantas ao invés de carne, os pesquisadores descobriram que eles poderiam transformar suas cobaias peludinhas em caçadores, reduzir seus comportamentos de caça em dois mais simples depois de vários experimentos, e controlar esses comportamentos individualmente.

“Apesar de termos algumas indicações de que o núcleo central da amígdala pode ser importante para o comportamento de caça, isso ainda não foi observado”, o investigador chefe Ivan de Araujo, um professor associado de psiquiatria na Yale, disse ao Gizmodo. “Foi impressionante ver como os resultados são claros”.
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Instituto Tavistock de Relações Humanas: Controle Mental

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Dos tempos imemoriais do antigo Egito (cujas técnicas de tortura, administração de drogas, a prática do hipnotismo documentadas no Livro dos Mortos nada mais eram que a tentativa de escravização mental dos presumidos iniciados.
Pode afirmar-se, com alguma certeza, que as “raízes” da espionagem moderna no Ocidente, estão nos reinos da Península Ibérica, cujos métodos foram aperfeiçoados, séculos mais tarde, pela Inquisição.

Tavistock
No final do século XIX um “grupo de pessoas” reconheceu que a Grã Bretanha e a Alemanha eram as regiões ideais para iniciar o estudo do comportamento humano. Assim, em 1882 surge em Inglaterra o primeiro centro de pesquisas das “Ciências do comportamento” baseadas em pesquisas que envolviam técnicas de controle mental anteriormente estudados na Alemanha pelo Instituto Kaiser Wilhelm.

É nestas circunstâncias que surge em Londres, em 1921, num edifício cedido pelo 11º Duque de Bedford, o Instituto para as Relações Humanas Tavistock, destinado a investigar as rupturas psicológicas dos militares submetidos ao estresse da I Guerra Mundial, bem como determinar a forma de controlá-los mentalmente em zonas de combate. Numa primeira fase da investigação os trabalhos foram coordenados por Sir John Rawlings Reese, que chefiava um departamento designado British Army Psychological Warfare Bureau.
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