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Facebook: Como Seus Tentáculos Alcançam Mais Longe do Que Você Imagina

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A gama de informações que armazena faz do Facebook umas das organizações mais influentes do mundo. Com base nisso, a Share Lab, empresa de pesquisa e mapeamento de dados, decidiu destrinchar os algoritmos e as conexões gigantes da rede social para entender melhor as relações de poder e a estrutura social dentro da companhia.

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Há cerca de dois anos, Vladan Joler e seus amigos nerds começaram a investigar de Belgrado, capital da Sérvia, o funcionamento interno de uma das corporações mais poderosas do globo.

O grupo, que inclui especialistas em análises forenses cibernéticas e visualização de dados, já havia feito pesquisas sobre o que chamam de “diferentes formas de estruturas invisíveis” por trás dos provedores de internet sérvios.
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WhatsApp: A Batalha pela Criptografia no Brasil

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As plataformas de mensagens do Facebook e WhatsApp são líderes no mercado brasileiro de mensagens móveis, ultrapassando os 100 milhões de usuários. Os brasileiros há muito deixaram de usar o SMS como meio de comunicação diária. A forte presença do WhatsApp é favorecida por algumas empresas de telecomunicações que fornecem o serviço “gratuito” no modelo de classificação zero, no qual o aplicativo não usa os dados de uma pessoa.

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Assim, as múltiplas proibições recentes dos serviços da WhatsApp, ordenadas por magistrados brasileiros, inflamaram uma ampla discussão. Atualmente, a plataforma recebeu ordens para suspender seus serviços quatro vezes, com autoridades policiais argumentando que a empresa não divulgou dados de usuários de aplicação da lei que foram considerados fundamentais para investigações criminais. A questão escalou recentemente com o WhatsApp adotando criptografia de ponta a ponta por padrão para todos os seus usuários, o que significa que, teoricamente, a empresa não manterá nenhum dado de conteúdo do usuário.

Ao longo de 2016, várias ordens judiciais exigiram o bloqueio temporário do WhatsApp devido a disputas por acesso a dados criptografados, no entanto, a Lei Brasileira não proíbe nem bane a criptografia. A mais recente dessas ordens judiciais ocorreu em outubro de 2016. A terceira ordem ocorreu em julho de 2016 e a plataforma foi posteriormente proibida no país por horas. Ao contrário dos casos anteriores em que um magistrado exigia que a empresa produzisse os IDs dos usuários e o conteúdo das conversas, nesse caso o magistrado perguntou ao WhatsApp para desativar sua criptografia e permitir o monitoramento em tempo real das conversas. O caso em questão era uma investigação sobre organizações criminosas.
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Notícias Falsas: A Verdadeira Causa de Seu Combate

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A internet esta aumentando o combate às “noticias falsas”, de empresas até países que estão querendo eliminar de uma vez por todas as “notícias falsas” que segundo os mesmos, prejudicam tudo e todos.

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França – Facebook e Google se aliaram com alguns dos principais veículos de imprensa da França para combater a propagação de “notícias falsas”, conforme anunciou nesta última segunda-feira o “Le Monde”, um dos jornais participantes.

A três meses das eleições presidenciais francesas, que serão realizadas em abril e maio, o objetivo da parceria é implantar no país um dispositivo similar ao que foi lançado em dezembro nos Estados Unidos e que chegará em breve na Alemanha, de modo a advertir sobre as “publicações suspeitas”.

“Le Monde”, “L’Express”, “Libération” e “20 Minutes”, “AFP”, “BFMTV”, “France Télévisions” e “France Médias Monde” trabalharão juntamente com o Facebook numa ferramenta de “alerta” para a rede social.
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Estamos Viciados Em Nossas Ilusões?

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Se a vida de um ser humano é uma coleção de memórias, podemos enganar a nós mesmos fingindo algo que nunca aconteceu? Podemos aliviar do peso do passado através do nosso sentimento de nostalgia? Estas são as principais questões levantadas no curta “The Nostalgist” (2014) de Giacomo Cimini baseado no bestseller “Robopocalypse” do engenheiro de robótica e escritor Daniel H. Wilson. Combinando imersões em realidade virtual e realidade aumentada, o curta mostra pai e filho vivendo uma realidade idílica que, aos poucos, demonstra ser apenas uma fina interface sobre um mundo distópico. Assim como os protagonistas do filme, por meio da tecnologia estaríamos também criando falsas memórias de nós mesmos? Estamos também viciados em nossas próprias ilusões?

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O curta aproxima-se bastante do universo de Philip K. Dick, principalmente do conto de 1968 Do Androids Dream of Eletric Sheep? que foi a inspiração do filme Blade Runner de Ridley Scott em 1982 – androides replicantes de uma geração superior, os Nexus, tão parecidos com humanos que colecionavam fotos como fossem lembranças das suas infâncias. Na verdade memórias artificiais inseridas pelos seus fabricantes para simular o psiquismo.

Em The Nostalgist acompanhamos um pai e um filho que vivem em uma espécie de passado idílico: prédios e ambiência com um mix de era vitoriana com art noveau francesa do final do século XIX. Mas de repente percebemos que essa realidade não é assim tão consistente: o pai nota que há algo errado com seus óculos ao ver a si mesmo em um espelho – ocorrem lapsos de imagem onde vê a si mesmo como uma outra pessoa, em outra realidade escura e bem diferente dos tons pastéis em que parece viver.
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Bruxelas Acusa Facebook de Enganar a Comissão Sobre Compra do WhatsApp

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A Comissão Europeia acusou a rede social Facebook de prestar informações “incorretas ou enganosas” no quadro do inquérito aberto pelo executivo comunitário em 2014 sobre o projeto de compra do serviço de mensagens WhatsApp.

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“A Comissão estima, a título preliminar, que a Facebook lhe forneceu informações incorretas ou enganosas durante o inquérito em torno da compra da WhatsApp. A Facebook tem agora a possibilidade de responder”, até 31 de janeiro próximo, aos pedidos de esclarecimentos adicionais hoje solicitados por Bruxelas, indicou a comissária da Concorrência, Margrethe Vestarger.

Bruxelas adverte que se as suas suspeitas forem confirmadas poderá impor à Facebook uma multa que pode ir até 1% do seu volume de negócios.

A Comissão recorda que quando começou a analisar o projeto de aquisição da WhatsApp um dos elementos examinados foi a possibilidade de a Facebook associar as contas dos seus utilizadores às contas dos utilizadores do serviço de mensagens, o que a empresa norte-americana indicou em 2014 que não era possível, mas que acabou por concretizar em 2016.
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Como os Grupos Terroristas Usam as Redes Sociais?

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As “dimensões” do uso das redes sociais por grupos terroristas diferem no processo de evangelização dos membros e no recrutamento de adeptos e simpatizantes. Mas parece haver certezas: “o terrorismo vai crescer muito” e continuar a usar a Internet.

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Desde o aparecimento das redes sociais, os grupos terroristas souberam usá-las com enorme eficácia para disseminar a mensagem das suas teorias aos adeptos e também para recrutar novos elementos, através da divulgação de propaganda sem contraditório, sendo mesmo transmitidas pela comunicação social sem qualquer filtro.

Essas plataformas sociais exponenciam o terrorismo transnacional, explicou Nuno Lemos Pires, da Academia Militar, numa recente conferência sobre segurança da informação e direito constitucional do ciberespaço. O especialista em terrorismo, estratégia e história militar notou como “as dimensões do recrutamento” (e a sua manutenção) passam por mostrar aos membros das células terroristas “imagens de medo”, a “dimensão do poder” sobre a sua vida e morte e ainda como “instrumento da certeza perante os outros, que estão errados” nas suas ideologias.

Quanto aos adeptos, o objectivo é “conduzir uma política de narrativa”, que também é propalada pela comunicação social e permite seduzir potenciais simpatizantes, visando garantir “uma adesão, sem retorno, a uma ideologia afirmativa ou radical”.

Segundo o autor, num documento mais detalhado, que serviu de base à sua breve apresentação na referida conferência, “prioritariamente os terroristas combatentes, para o combate direto e a gestão nos territórios alvos de ataques, usam a imagem glorificada dos guerreiros, do uso do poder e da pertença a uma organização superior, que somam três efeitos:
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Apple Watch: mais um sistema de controle das massas. Você online todos os dias!

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A gigante do Vale do Silício está redesenhando a linha que separa nossa tecnologia de nós mesmos. Isso pode não ser uma coisa boa.

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Com o lançamento do Apple Watch (relógio da Apple) em Cupertino, na Califórnia, a Apple está tentando colocar a tecnologia num lugar onde ela nunca havia sido particularmente bem vinda. Adiantando de modo agressivo essa data, o Apple Watch quer se tornar íntima de nós de uma maneira para a qual não estamos inteiramente acostumados ou preparados. Ele não é apenas um novo produto, essa é uma tecnologia que tenta colonizar nosso corpos.

O Apple Watch é muito pessoal, “pessoal” e “íntimo”, foram as palavras do CEO da Apple, Tim Cook e seus colegas usaram várias vezes enquanto apresentavam-no para o público pela primeira vez. Isso é o que o relógio fará para mudar as coisas, pois ele faz algo que computadores geralmente não fazem: ele vive no seu corpo. Ele repousa em seu pulso como um daqueles passarinhos azuis que ajudam a Cinderella.
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