Desemprego

Estados Unidos: 50% das Profissões Estão Sob a Ameaça de Serem Computadorizadas

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Ainda que as pessoas tenham se preocupado com a habilidade da tecnologia substituir trabalhadores humanos por centenas de anos, recentes avanços na tecnologia de computação implicam que profissões inteiras podem se tornar obsoletas. Num estudo de 700 profissões nos EUA, Carl Frey e Michael Osborne descobriram que quase 50 por cento estão sob a ameaça de serem computadorizadas. Eles argumentam que a próxima geração de computadores alimentados com Big Data irá substituir trabalhadores de baixa renda e baixa qualificação nas próximas décadas, e que trabalhadores de baixa qualificação precisarão de treinamento em tarefas menos suscetíveis a computadorização para permanecerem com trabalho.

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Computadores já estão presentes em algumas indústrias por décadas, mas uma nova onda de desenvolvimento tecnológico irá ameaçar profissões antes vistas como resistentes a computadorização. A preocupação de que a tecnologia pode levar ao desemprego não é nova. Já em 1589, William Lee, o inventor da máquina de tear automática, foi expulso da Inglaterra por associações temerosas pelos empregos de seus membros.

Até o momento, a preocupação com o desemprego tecnológico não se materializou. Em 1900, mais de 40 por cento da força de trabalho norte americano estava empregada na agricultura, mas conforme a tecnologia substituiu quase todos os trabalhadores agrícolas (hoje menos de 2 por cento da força de trabalho dos EUA), a taxa de desemprego tem permanecido relativamente constante. Como um todo, durante os séculos XIX e XX o impacto total da tecnologia no mercado de trabalho tem sido positivo. No entanto, comentadores ainda acham motivos para se preocuparem. Em “ Como a tecnologia destrói a classe média“, uma recente coluna do New York Times por David Autor e David Dorn, captura uma observação feita por vários comentadores: a tecnologia se voltou para o trabalho.
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O relógio do tempo não para…

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As pessoas andam um bocado distraídas! Não deram conta que há cerca de 3 meses começou a Revolução! Não! Não me refiro a nenhuma figura de estilo, nem escrevo em sentido figurado! Falo mesmo da Revolução “a sério” e em curso, que estamos a viver, mas da qual andamos distraídos (desprevenidos) e não demos conta do que vai implicar. Mas falo, seguramente, duma Revolução!

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De fato, há cerca de 3 ou 4 meses começaram a dar-se alterações profundas, e de nível global, em 10 dos principais fatores que sustentam a sociedade atual. Num processo rápido e radical, que resultará em algo novo, diferente e porventura traumático, com resultados visíveis dentro de 6 a 12 meses… E que irá mudar as nossas sociedades e a nossa forma de vida nos próximos 15 ou 20 anos, tal como ocorreu noutros períodos da história recente no status político-industrial saído da Europa do pós-guerra, nas alterações induzidas pelo Vietnã/ Woodstock/ Maio de 68 (além e aquém Atlântico), ou na crise do petróleo de 73.

Estamos a viver uma transformação radical, tanto ou mais profunda do que qualquer uma destas! Façamos pois um rápido balanço da mudança e do que está a acontecer nos “10 fatores”:
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