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Documentário: GMO OMG – Somos Cobaias Humanas da Monsanto

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O Netflix é uma mina de ótimos documentários que já pagam a mensalidade brincando para quem curte os projetos mais polêmicos e que nos alertam sobre riscos e demais problemas que estão ao nosso redor e não nos damos conta. “GMO OMG” (2014) segue a busca de um pai para responder à pergunta “Com o que alimentamos nossas famílias?” e avalia os riscos dos organismos geneticamente modificados na nossa saúde, meio ambiente e principalmente, em nosso futuro!

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Você se alimenta? Sim? Que bom, parabéns. Você faz parte de um grande experimento assustador e nem se da conta disso!

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Rockefeller e a Máfia da Indústria Farmacêutica

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Ao longo do século XX, a indústria farmacêutica vem se desenvolvendo e se organizando com o objetivo de controlar os sistemas de saúde ao redor do globo, substituindo sistematicamente terapias naturais não patenteáveis, por ‘tratamentos’ sintéticos patenteáveis e, portanto, bem rentável. Esta indústria não evoluiu naturalmente, pelo contrário, foi uma decisão tomada por um grupo de empresários abastados e sem qualquer tipo de escrúpulos e que queriam fazer um investimento. Esse grupo deliberadamente identificara o corpo humano como suas áreas de mercado, a fim de gerar mais riqueza.

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A força motriz desta indústria de investimentos foi o Grupo Rockefeller, que já controlava mais de 90% da indústria petroquímica nos Estados Unidos na virada do século XIX para o século XX, e estava à procura de novas oportunidades de investimentos a nível internacional. Outro grupo de investimentos ativo neste setor foi formada em torno do grupo financeiro Rothschild.

Depois da Standard Oil, de Rockefeller (agora Exxon), o segundo grupo das maiores empresas do mundo, da área farmacêutica e petroquímica na primeira metade do século XX, foi o grupo IG Farben com sede na Alemanha. Na verdade, a Segunda Guerra Mundial foi uma guerra de agressão preparada, iniciada e conduzida a partir dos quadros de planejamento da IG Farben. Esta foi a ‘empresa mãe’ de Auschwitz, e da maior organização do ramo químico-industrial  fora da Alemanha.
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‘Bomba-relógio’ de suicídios: Como uma mescla de agrotóxicos, depressão e dívidas abala grupo de agricultores gaúchos

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A família de agricultores acordou cedo e tomou chimarrão naquela manhã quente de 21 de dezembro de 2013. A mãe fez bolinhos para o lanche e iniciou o preparo da lentilha para o almoço.

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Mas, quando Simone Rovadoski, 39 anos, saiu da casa para ajudar o marido José Dell Osbel, 44, no cultivo dos 48 mil pés de tabaco da família, encontrou-o morto.

“Não pude evitar que as crianças vissem. Foi um horror”, relembra Simone sobre o suicídio do marido, em Gramado Xavier, a 156 km de Porto Alegre. “Ajuda a salvar meu pai, ajuda!”, pedia o filho do casal, na época com 13 anos, para curiosos que se aproximavam.

Osbel passou a integrar as estatísticas que fazem do Rio Grande do Sul o Estado com mais casos de suicídios no Brasil: 10 a cada 100 mil habitantes.
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Cerveja: o transgênico que você bebe?

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Vamos falar sobre cerveja. Vamos falar sobre o Brasil, que é o 3º maior produtor de cerveja do mundo, com 86,7 bilhões de litros vendidos ao ano e que transformou um simples ato de consumo num ritual presente nos corações e mentes de quem quer deixar os problemas de lado ou, simplesmente, socializar.

cerveja de milho transgênico
Não se sabe muito bem onde a cerveja surgiu, mas sua cultura remete a povos antigos. Até mesmo Platão já criou uma máxima, enquanto degustava uma cerveja nos arredores do Partenon quando disse: “era um homem sábio aquele que inventou a cerveja”.

E o que mudou de lá pra cá? Jesus Cristo, grandes navegações, revolução industrial, segunda guerra mundial, expansão do capitalismo… Muita coisa aconteceu e as mudanças foram vistas em todo lugar, inclusive dentro do copo. Hoje a cerveja é muito diferente daquela imaginada pelo duque Guilherme VI, que em 1516, antecipando uma calamidade pública, decretou na Bavieira que cerveja era somente, e tão somente, água, malte e lúpulo.

Acontece que em 2012, pesquisadores brasileiros ganharam o mundo com a publicação de um artigo científico no Journal of Food Composition and Analysis, indicando que as cervejas mais vendidas por aqui, ao invés de malte de cevada, são feitas de milho.
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Um milhão de assinaturas contra pesticidas da Bayer, ‘assassinos de abelhas’

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Mais de um milhão de pessoas pediram nesta sexta-feira à gigante alemã da agroquímica Bayer que pare de comercializaIr pesticidas “assassinos de abelhas”, insetos em risco de extinção e essenciais para a segurança alimentar mundial.

bayer abelhas
“Matar as abelhas não faz parte verdadeiramente das coisas que uma empresa que se preocupa com o futuro deveria fazer”, disse à AFP Anne Isakowitsch, militante da ONG Sum of Us.

Sem as abelhas, que contribuem para a polinização de 80% das espécies de plantas com flores, estas não poderiam se reproduzir. E sem flores, não há frutos, o que alteraria toda a cadeia alimentar.

A situação preocupa enormemente Anne Isakowitsch, uma berlinense que compareceu na sexta-feira à assembleia de acionistas da Bayer em Colônia (oeste) para entregar ao grupo uma petição mundial assinada por 1,4 milhão de pessoas.

O documento pede o fim da comercialização de duas substâncias, a clotianidina e o imidacloprid, da família dos neonicotinoides, pesticidas suspeitos de ter dizimado colônias de abelhas de todo o mundo.
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