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Médico Dinamarquês Desmascara Indústria Farmacêutica

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O médico dinamarquês Peter Gotzsche, 67 anos, não é homem de meias palavras. Ele compara a indústria farmacêutica ao crime organizado e considera-a uma ameaça à prática da medicina segura.

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A indústria farmacêutica age como crime organizado, diz pesquisador.

Isto é um fato, não é uma acusação. Ela [a indústria] sabe que determinada acção é errada, criminosa, mas continua fazendo de novo e de novo. É o que a máfia faz. Esses crimes envolvem práticas como forjar evidências e fraudes”, diz.

Professor na Universidade de Copenhague e um dos que ajudaram a fundar a Cochrane (rede de cientistas que investigam a efetividade de tratamentos), acaba de lançar o livro “Medicamentos Mortais e Crime Organizado – Como a indústria farmacêutica corrompeu a assistência médica” (Bookman Editora). Recém traduzida para português, a obra tem causado alvoroço no meio médico.

Gotzsche reconhece os êxitos da indústria no desenvolvimento de drogas para tratar infecções, alguns tipos de cancro, doenças cardíacas, diabetes, mas expõe no livro dados que demonstram falhas na regulação de medicamentos e os riscos que muitos deles causam à saúde.
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Documentário: GMO OMG – Somos Cobaias Humanas da Monsanto

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O Netflix é uma mina de ótimos documentários que já pagam a mensalidade brincando para quem curte os projetos mais polêmicos e que nos alertam sobre riscos e demais problemas que estão ao nosso redor e não nos damos conta. “GMO OMG” (2014) segue a busca de um pai para responder à pergunta “Com o que alimentamos nossas famílias?” e avalia os riscos dos organismos geneticamente modificados na nossa saúde, meio ambiente e principalmente, em nosso futuro!

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Você se alimenta? Sim? Que bom, parabéns. Você faz parte de um grande experimento assustador e nem se da conta disso!

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Médicos sem Fronteiras recusaram uma doação de 1 milhão de vacinas, veja o motivo

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A organização quer mostrar que doações podem ser melhores para a indústria farmacêutica do que para os necessitados

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A organização humanitária internacional Médicos sem Fronteiras (MSF) recusou 1 milhão de vacinas doadas pela empresa americana Pfizer, uma das maiores farmacêuticas do mundo. A vacina, que protege contra 13 variações de uma bactéria que causa pneumonia, seria usada para imunizar bebês e crianças de países que passam por situações de conflito, como a Síria, no Oriente Médio, o Sudão do Sul e outros países africanos. Como a pneumonia é a principal causa de morte de crianças com menos de 5 anos em países pobres, a recusa parece, no mínimo, sem sentido. Na verdade, a negativa foi uma cartada da MSF para trazer a público um problema que não atinge apenas países em conflito: os preços altos de vacinas e medicamentos.

O aparente ato de generosidade, diz a MSF, faz parte de um ciclo vicioso criado pelas farmacêuticas para manter os preços altos. “As farmacêuticas doam para depois falar que os outros consumidores têm de pagar por isso, já que elas fazem tantas doações”, diz a americana Kate Elder, conselheira de política de vacinação da MSF em Nova York. Se o preço fosse mais baixo e acessível a um maior número de países, todos teriam condições de pagar e ninguém dependeria de atos de boa vontade. A Organização Mundial da Saúde (OMS) desaconselha que países e entidades humanitárias aceitem doações de vacinas e medicamentos – exceto em casos de urgência, como catástrofes e grandes epidemias.
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Rockefeller e a Máfia da Indústria Farmacêutica

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Ao longo do século XX, a indústria farmacêutica vem se desenvolvendo e se organizando com o objetivo de controlar os sistemas de saúde ao redor do globo, substituindo sistematicamente terapias naturais não patenteáveis, por ‘tratamentos’ sintéticos patenteáveis e, portanto, bem rentável. Esta indústria não evoluiu naturalmente, pelo contrário, foi uma decisão tomada por um grupo de empresários abastados e sem qualquer tipo de escrúpulos e que queriam fazer um investimento. Esse grupo deliberadamente identificara o corpo humano como suas áreas de mercado, a fim de gerar mais riqueza.

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A força motriz desta indústria de investimentos foi o Grupo Rockefeller, que já controlava mais de 90% da indústria petroquímica nos Estados Unidos na virada do século XIX para o século XX, e estava à procura de novas oportunidades de investimentos a nível internacional. Outro grupo de investimentos ativo neste setor foi formada em torno do grupo financeiro Rothschild.

Depois da Standard Oil, de Rockefeller (agora Exxon), o segundo grupo das maiores empresas do mundo, da área farmacêutica e petroquímica na primeira metade do século XX, foi o grupo IG Farben com sede na Alemanha. Na verdade, a Segunda Guerra Mundial foi uma guerra de agressão preparada, iniciada e conduzida a partir dos quadros de planejamento da IG Farben. Esta foi a ‘empresa mãe’ de Auschwitz, e da maior organização do ramo químico-industrial  fora da Alemanha.
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‘Bomba-relógio’ de suicídios: Como uma mescla de agrotóxicos, depressão e dívidas abala grupo de agricultores gaúchos

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A família de agricultores acordou cedo e tomou chimarrão naquela manhã quente de 21 de dezembro de 2013. A mãe fez bolinhos para o lanche e iniciou o preparo da lentilha para o almoço.

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Mas, quando Simone Rovadoski, 39 anos, saiu da casa para ajudar o marido José Dell Osbel, 44, no cultivo dos 48 mil pés de tabaco da família, encontrou-o morto.

“Não pude evitar que as crianças vissem. Foi um horror”, relembra Simone sobre o suicídio do marido, em Gramado Xavier, a 156 km de Porto Alegre. “Ajuda a salvar meu pai, ajuda!”, pedia o filho do casal, na época com 13 anos, para curiosos que se aproximavam.

Osbel passou a integrar as estatísticas que fazem do Rio Grande do Sul o Estado com mais casos de suicídios no Brasil: 10 a cada 100 mil habitantes.
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Comida Industrializada – Veneno no seu prato

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Alex Jones explica como a comida é adulterada através do uso de aditivos químicos, os efeitos desses aditivos no organismo, e qual o real motivo que isto é feito.
Também apresenta os principais aditivos utilizados no mercado, que poderiam ser classificados como veneno, além de abordar transgênicos, flúor e outros assuntos.

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Bayer compra Monsanto por US$ 66 bilhões. A junção perfeita?

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Imagine se a maior empresa de pesticidas fosse comprada pela maior produtora de medicamentos? Pois é, aconteceu mas não ficou nas primeiras páginas dos jornais.
Negócio vai criar o líder mundial do setor de pesticidas e sementes e faturamento anual combinado das empresas é de cerca de US$ 25,8 bi.

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A farmacêutica e companhia de produtos químicos alemã Bayer anunciou no dia 14 de setembro ter fechado acordo para a compra da norte-americana Monsanto, líder mundial dos herbicidas e engenharia genética de sementes, por US$ 66 bilhões.

O negócio encerra uma disputa de meses – após a Bayer aumentar a sua oferta pela terceira vez – e tem sido tratado como o maior do ano até agora. Trata-se também da maior compra realizada até hoje por uma empresa alemã.

Em comunicado, as empresas disseram que o “acordo de fusão definitiva” foi aprovado por unanimidade pelos Conselho de Administração da Monsanto, Conselho de Administração da Bayer e Conselho Fiscal da Bayer.
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