WikiLeaks: 20 mil Dólares para Evitar que Destruam a História dos EUA

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Em 2016, o site de vazamentos publicou milhares de documentos que revelam segredos políticos dos EUA, e trouxeram à luz os assuntos relacionados com a campanha eleitoral do país.
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O site de vazamentos WikiLeaks prometeu que 2017 será um ano ainda maior para os vazamentos que 2016, quando o site publicou milhares de documentos que revelam os segredos políticos dos EUA, acordos comerciais encobertos e comunicações privadas de líderes mundiais. “Pensava-se que 2016 foi um grande ano para o WikiLeaks, 2017 fará cabeças explodirem”, afirmou a organização através de sua conta do Twitter, sem dar mais detalhes.

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Nos últimos 12 meses, o site de vazamentos difundiu, entre outros, mais de 50.000 e-mails de John Podesta, chefe da campanha presidencial da candidata democrata Hillary Clinton, e mais de 27.000 e-mails do Comitê Nacional Democrata (CND) que revelaram assuntos como manobras de vários membros do partido Democrata para favorecer a candidatura de Clinton nas primárias em detrimento de Bernie Sanders.

Além disso, o WikiLeaks publicou os textos do tratado de livre comércio da UE e EUA (TTIP), e o acordo internacional sobre o comércio de serviços (TISA).

WikiLeaks oferece 20.000 dólares para evitar que a Casa Branca destrua “a história dos EUA”

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O site e vazamentos pagará a recompensa a quem fornecer informação que permita “caçar” o sujeito “da administração Obama que destrói documentos importantes”.

O site WikiLeaks anunciou nesta terça-feira uma recompensa de 20.000 dólares para obter informação sobre a destruição ou remoção de registros dos Arquivos Nacionais e Administração de Documentos do país (NARA), que supostamente está sendo executado pela administração do presidente Barack Obama.

“Oferecemos uma recompensa de 20.000 pela informação que permita a detenção ou o encarceramento de qualquer agente da administração Obama que destrua documentos importantes”, indicou o site de vazamentos através do Twitter.

Em outro tweet, o WikiLeaks pediu aos administradores informáticos da Casa Branca: “Não deixem a Casa Branca destruir de novo a história dos Estados Unidos! Copiem os documentos agora e envie-los ao WikiLeaks quando quiserem!”

Dois terabytes de e-mails de Hillary Clinton

Como ponto de referência da segunda mensagem, o grupo de vazamentos mencionou o dia 3 de novembro de 2016, quando o Departamento de Estado dos EUA, tornou pública uma série de correspondências nas quais evocavam um possível roubo de informação confidencial nos Arquivos Nacionais ocorrido em 2009.

Nesse ano, a agência governamental alertou o desaparecimento de um disco rígido que continha dois terabytes de informação relacionada com os e-mails da administração Hillary Clinton, então secretária do Estado.

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