Prisões da Mente, por David Icke

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Conectando os pontos, recuperando a visão do todo e integrando a si mesmo.

david-icke
David Icke nos diz que as grades da nossa prisão são feitas de ilusões, são nossas percepções enganadas e a maneira de nos libertar, é assumir a própria percepção, deixar de se basear no que os outros pensam, aprovam ou reprovam, no que a sociedade nos impõem e deixar de rejeitar nossas próprias fontes originais de conhecimento. Ao conectar esses pontos, você está desmontando a programação milenar que o impede de fazê-lo e está permitindo que suas faculdades perceptivas atuem novamente. Está agora liberando a percepção, a intuição, a sensibilidade e até mesmo o instinto, massacrados pela ditadura do pensamento. Uma vez que você saia dessa esfera de sonho e comece a notar, sua percepção passa a alimentar e guiar o seu pensamento, que se torna reflexão e sai das mãos dos manipuladores, dos fabricantes de ideias.

Veja o vídeo e tire suas conclusões:


Texto completo abaixo:

Quantas vezes dizemos:
– “Eu nunca disse isso!” – “Dissestes sim!”
Porque uma ideia preconcebida sobre a pessoa, está a influenciar
A informação que estamos a receber, para justificar a ideia pré-concebida.
E fazemos isto o tempo todo.
Portanto, uma parte do processo de libertação,
É libertamo-nos da crença.
Não do fluxo livre de pensar:
“Ok, estou a olhar para isto, e é isto que sinto no momento.”
“Mas estou aberto à luz de novas informações.”
Ao invés de…
Acreditar!
Crença rígida!
“Eu vou moldar a minha realidade para se adaptar à crença.”
Eles querem que acreditemos.
Porque quando acreditamos, estamos dentro de uma caixa.
Eles querem crentes.
Eles não se importam se tu acreditas fanaticamente no Islã, Judaísmo ou Cristianismo, …Ou no maldito Obama.
Desde que tu acredites, rigidamente em algo.
Reduzes imediatamente a tua habilidade, de expandir a tua Consciência.
E de ver a realidade, de uma forma ampliada.
A religião pertence à mente.
É isso que ela é.
Vejam bem, quando tu…
Eu tenho este ditádo que diz o seguinte:
Se me puderes dizer no que acreditas, tu estás dentro de uma prisão.
Porque as “crenças”, quando lhes damos nomes.
Assumem identidades.
Portanto, o que é que tu és?
– “Eu sou Cristão.”
Ok, isso significa que tens de ACREDITAR nisto, senão não és um Cristão.
– “Eu sou um Muçulmano.”
Significa que tens de ACREDITAR nisto, senão não és um Muçulmano.
Portanto quando dizes:
“Este é o nome daquilo em que eu acredito.”
As “paredes” começam a formar-se.
As regras e normas também.
E as pessoas dizem:
“Não podes dizer isso, não é Cristão ou Muçulmano.”
E de novo, a “caixa”, é criada. Tudo, apenas é…
Nós apenas somos.
Isto são infinitas possibilidades, que estamos a experiênciar.
E quando começamos a entrar nestes sistemas de crenças.
Então, desconectamo-nos do Todo, e tornamo-nos fragmentos de Mente.
Estas são pessoas, num espetáculo de hipnotismo.
Que foram hipnotizadas, embora desconheçam esse facto.
E levadas a acreditar que são Cristãos Evangélicos.
Perceberam?!
É um jogo mental, podemos fazer as pessoas acreditar nisto.
E elas irão ler a realidade dessa forma.
E portanto, deixaram de ser todas as possibilidades.
Adoração…
Eu sou tudo o que é, tem sido e sempre será…
E estou a venerar!?
E estou a olhar para algo, como se fosse melhor e maior do que eu?!
Somos todos as mesma Consciência.
E essa mesma Consciência, precisa olhar para si mesma, nos olhos.
E não para aquilo…
Podemos respeitar as pessoas, tudo bem.
Mas entregar o nosso poder a elas e venerá-las?!
Quando entramos nesse estádo, estamos a dizer:
“Eu sou um Zé-Ninguém, e eles estão lá em cima.”
Somos todos uma única e infinita Consciência.
E ponto final. E estas são as prisões da mente.
Prisões para a Consciência, para nos afastar da Consciência.
Chamamos a isso de religião.
Politica, raça, a maior de todas…
Identidade própria.
Que nos mantém em servidão, de sermos uns “Zé-Ninguém” e da limitação.
“Eu idêntifico-me com a minha raça.”
Porquê?!
É apenas veículo para a tua Consciência experienciar esta realidade.
Porque te identificas com o facto de seres, preto, branco, amarelo ou cor-de-rosa!?
É apenas um veículo…
São tudo limitações.
E quando vemos a vida, através do tunel-visão das ideias pré-concebidas e crenças rígidas.
Nunca iremos conseguir experienciar o nosso verdadeiro esplendor.
E nunca iremos entender do que fazemos parte, e o que estamos aqui a fazer.
Porque experiências científicas, tem mostrado,
Que quando temos um sistema rígido de crenças, seja ele qual for.
Os neurônios do cérebro, disparam num determinado padrão.
E ao fazerem-no, eles estão a ler a realidade, para se ajustar à crença.
E portanto se nós pensarmos em qualquer sistema de crenças.
Ou sistema de percepção, em termos de limitação de um “zé-ninguém”.
Então o que estamos a criar, são as paredes da prisão.
Que nos colocam em posições, onde vivemos vidinhas como um “Zé-Ninguém”.
Não porque somos, mas porque acreditamos que somos!
“Oh! O que posso fazer, se sou um zé-ninguém.”
Então é isso, certo?
O que vais fazer com a tua vida?
Nada!
Porquê?
Porque não acreditas que isso é possível.
Eu sou Consciência infinita, tudo o que foi, é, e sempre será.
Agora posso começar a ver-me nesse nível, ao invés de um “zé-ninguém”.
E posso fazer coisas que a mentalidade de um “Zé-Ninguém”, jamais faria.
Não porque eu sou melhor que o “Zé-Ninguém”, mas porque não acredito que sou um “Zé-Ninguém”.
E este acredita…
Portanto, se abrirmos as nossas mentes, e deixarmos sair os “demônios”.
Refiro-me aos “demônios” da formatação. …
Fora!
E pegarmos nesta folha de papel branco.
Eu não vou ler a realidade, da forma que eu pensava até agora.
Eu vou deixar a informação ser o meu guia.
E se estiver em conflito com as minhas crenças religiosas,
As minhas ideologias políticas,
Ou meu sistema de crenças da cultural.
Tudo bem, mas eu escolho seguir a informação.
E quando fazemos isso, acontece uma enorme diferença em nossas vidas e no que podemos fazer.
E no que podemos alcançar, e fazer acontecer.
Porque se estivermos fora da ideia de “todas as possibilidades”.
Se não expressarmos isso, já estaremos a retirar-nos daquilo que somos.
“Todas as possibilidades”, experienciando apenas “algumas possibilidades”.
Muito poucas, de acordo com muitas pessoas.
E há um altura em que tens de escolher entre ser dominado pela mente, Especialmente, o hemisfério esquerdo do cérebro, como percepção de realidade. Limitações, estrutura, tudo separado de tudo.
Não podes fazer isto…
Isso não é possível…
Aquilo é impossível…
Ou abrimos o vórtex do coração, que nos conecta com conhecimento intuitivo, da Consciência infinita.
Abre o hemisfério direito do cérebro e deixa a sua habilidade de ver as coisas, como uma só.
Criando um impacto no entendimento da realidade e de quem nós somos.

Por @fugadacaverna

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