Depois da Alemanha agora é a vez da República Tcheca pedir aos seus cidadãos para que se preparem para o pior

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Depois que o governo alemão pediu aos seus cidadãos para estocar alimentos e água em caso de uma catástrofe, o governo tcheco está agora também alertando a população para se preparar para o pior.

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No mês de agosto, o Frankfurter Sonntagszeitung Allgemmeine (FAZ) informou que o governo alemão está definido para promulgar um novo “conceito para a Defesa Civil”, que vai “pedir para a população estocar comida suficiente para dez dias”.
Do outro lado da fronteira, imprensa tcheca está relatando que as reservas de alimentos do país estão resistindo, e são incapazes de atender a demanda em caso de uma crise nacional. Fornecimentos de leite em pó, por exemplo, são particularmente baixas.
O governo está apelando aos cidadãos para que comece a aumentar a sua “autossuficiência” e “segurança alimentar”, com o armazenamento de mais alimentos.
De acordo com Steven Ben DeNoon do Israel Live News, que reside da República Tcheca, os canais de notícias relatam que a Alemanha também revelou, como o governo tcheco, que estão dizendo aos seus cidadãos “fiquem preparados para um eventual cenário mais desagradável”, que é provável que seja uma grande escalada de ataque terrorista catastrófica ou até um desastre nuclear.

Como já relatado no início do mês de agosto, o presidente Tcheco Miloš Zeman também pressiona o congresso por uma mudança na lei que facilitará aos cidadãos possuir armas de fogo – com a finalidade de se defender contra os jihadistas.
Tendo sido anteriormente contra a posse de armas para o uso privado, Zeman agora diz que “os cidadãos devem se armar” para lidar com a ameaça do terrorismo islâmico.

As vendas de armas na França e na Alemanha também estão subindo rapidamente como uma resposta aos milhões de imigrantes muçulmanos que entram na Europa e uma série de ataques terroristas nos últimos meses.

No mês passado, o chefe da polícia francesa advertiu que o país estava à beira de uma “guerra civil” e que poderia ser provocada por mais ataques terroristas ou por abuso sexual em massa como em Colônia na noite de Ano Novo.
No ano passado, o chefe do exército suíço André Blattmann alertou que o risco de agitação social na Europa vem se intensificando e que os cidadãos devem se armar.
Professor dinamarquês Helmuth Nyborg também comentou em abril que “guerra civil” é o resultado mais provável das atuais políticas de imigração da União Européia.
Em fevereiro, chefe do exército norueguês Odin Johannessen advertiu que os países europeus devem estar dispostos a lutar contra o Islã radical, a fim de preservar os valores que unem o continente.

 

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